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26
jul/2018
Gravidez x Exercícios

Mamães, hoje vamos falar de exercícios na gravidez, ja foi um tabu no passado, mas hoje vemos o quanto é importante mantermos a saúde, principalmente nessa fase tão importante da vida. E para isso, a fisioterapeuta e especialista em osteopatia, Debora Ucha, fala um pouco sobre os benefícios dos exercícios.

Gravidez x Exercícios

Não é de hoje que a gravidez deixou de ser sinônimo de repouso. E agora, estar com um barrigão não é mais desculpa para pausar a rotina de exercícios e muito menos, para deixar de lado a vontade de iniciar novas atividades, mesmo que seja em uma intensidade moderada.

A orientação para a realização de atividades físicas durante a gestação é indicada pelo American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) desde a década de 1990. Mas, só em 2002 essa prática foi indicada para gestantes e confirmada no guideline da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte.

Realizar atividades físicas traz inúmeros benefícios para a saúde do corpo e da mente e, no caso das gestantes, as vantagens vão desde a redução de riscos durante a gravidez, até na inibição de casos de diabete, dores nas costas, diminuição de tensão durante o dia e melhora da respiração.

“A prática da atividade física é segura e necessária, desde que seja com regularidade e moderação. Mesmo assim os exercícios são indicados tanto para o início da gestação, quando o corpo da mulher ainda está se adaptando para acolher o bebê, durante a gravidez, e, também, no momento do pós-parto, afinal, durante todo esse período os hormônios e o próprio corpo da mãe estão em transformação”, explica a fisioterapeuta e especialista em osteopatia, Débora Ucha.

A realização de atividades físicas deve ter uma regularidade de 3 a 5 vezes na semana e entre os exercícios indicados estão os aeróbicos (como caminhadas e atividades aquáticas), de força e resistência (musculação e o pilates) e o alongamento e relaxamento, através da dança ou ioga, por exemplo.

“Mesmo que a atividade física seja essencial, é necessário que a gestante tenha um acompanhamento de um especialista, no caso das grávidas saudáveis os exercícios são altamente recomendados, mas para as que não mantém um corpo tão ativo, é necessário iniciar de forma lenta e com mais atenção, principalmente no primeiro trimestre”, recomenda Débora.

Além disso, a especialista também afirma que a própria gestante deve avaliar questões sobre vestimenta, conforto no exercício, temperatura do clima e do corpo além de não esquecer, em nenhum momento, de se hidratar durante as atividades.

PARA O BEBÊ

Os benefícios de realizar atividades físicas se estendem também para a saúde do bebê, que por sua vez, podem ter uma qualidade de vida melhor, através de ações da mãe. “Os atos de uma gestante refletem em estímulos para o bebê, seja através de sentimentos, de alimentos e também de ações, como é o caso do exercício físico, por isso que, neste caso, o exercício pode chegar a fazer bem até para o bebê”, detalha a especialista.

Entre as vantagens para ele estão o aumento da circulação sanguínea, desenvolvimento do feto, melhora no sistema cardiovascular, além de ajudar no momento da passagem dele, na hora do parto.

E DEPOIS?

Mesmo depois de ter concebido o seu bebê, é natural que a mulher se sinta mais cansada, estressada e até desconfortável com atividades do dia-a-dia, como caminhar e dormir. Por isso, os exercícios físicos devem acompanhar a mãe neste momento, pois ele vai atuar diretamente na recomposição do corpo e da energia, além de melhorar a postura, minimizar dores e melhorar a autoestima.

“O exercício físico deve acompanhar a pessoa por toda a vida na verdade, mas para a gestante esse é um momento importante, então a minha dica para elas é que se cuidem, que entendam os limites e as necessidades do corpo delas. E para quem está nesse momento de pós-parto, que busque novamente o exercício, seja o pilates, a hidroginástica, uma caminhada ou também, dança ou ioga, afinal, é necessário sempre se manter em equilíbrio”, finaliza Débora.

E aí, gostaram da matéria? achei muito legal em compartilhar com vocês. Mas lembrem-se, é muito importante o acompanhamento do seu GO em toda fase e somente procurar algo com a liberação dele. A saúde sempre em primeiro lugar.

Beijinhos,
Kah



8
jun/2018
6 dicas para evitar gripes e resfriados neste inverno

Quando chega o outono, já ligamos nosso radar para as gripes e resfriados, principalmente quem mora em áreas mais frias, como aqui na região do ABC em São Paulo, portanto hoje é dia de dicas e venho com 6 dicas para evitar gripes e resfriados neste inverno.

Dei a vacina na Soso no mês de Abril, principalmente por causa do aumento de casos de H1N1 e H3N2, houve mortes aqui na minha região e achei melhor antecipar sua vacina, pois sei que no mês de maio fica aquela correria atras de lugares que ainda tenham a vacina.

Por aqui a gripe ainda não pegou ela, graças a Deus, mas o frio chegou com tudo há umas 2 semanas e estamos seguindo as dicas do Dra. Maura Neves, otorrinolaringologista do Hospital Universitário da USP.

São Medidas simples e diárias, como a limpeza e hidratação do nariz, podem reduzir em até 40% as chances de doenças respiratórias.

1 – Limpe o nariz diariamente

Assim como escovar os dentes, o cuidado de limpar o nariz deve ser diário. Mesmo fora do inverno e dos momentos de crise, o hábito ajuda na prevenção de gripes, resfriados e alergias. Para isso, aposte em soluções salinas 0,9%, disponíveis nas versões spray e jato contínuo. “Feita pela manhã e à noite, a limpeza é capaz de reduzir em até 40% a incidência de gripes e resfriados. Durante os episódios infecciosos, o uso pode ser intensificado”, afirma Dra. Maura.

2 – Hidratar é importante

No inverno, o ar fica mais seco, interferindo nos mecanismos de defesa do nariz. “A mucosa nasal é revestida por cílios microscópicos, responsáveis por remover impurezas que inalamos diariamente. Com o ressecamento, esse sistema pode ser prejudicado, nos deixando mais vulneráveis a doenças respiratórias”, explica Dra. Maura. Para evitar a desidratação e fechar o Ciclo da Saúde Nasal, aposte em um gel hidratante apropriado para o nariz sempre que houver sensação de ressecamento.

3- Aposte no álcool gel

O friozinho aumenta as aglomerações de pessoas em locais fechados, possibilitando a proliferação de doenças respiratórias. “Além disso, a circulação de vírus causadores de gripes e resfriados aumenta nessa época do ano”, pontua Dra. Maura. Para se proteger nesses momentos, carregue o álcool gel para a assepsia das mãos, quando não for possível lavá-las.

4 – Imunizações em dia

Além de todas as medidas de assepsia, é importante manter as imunizações atualizadas, principalmente no caso de crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. A vacina contra a gripe deve ser tomada anualmente. Ela está disponível nas versões trivalente e quadrivalente, com proteção contra os vírus H1N1, H3N2 Singapore, influenza B e linhagem Victoria, além de influenza B Yamagata (no caso da quadrivalente).

5 – Olho na alimentação

No inverno o apetite aumenta e, muitas vezes, descuidamos do que colocamos no prato. Para manter a saúde blindada, mantenha uma dieta balanceada e invista em alimentos como cereais integrais, castanha do Pará, soja, carnes, linhaça e peixes como salmão, atum e sardinha, que são ricos em nutrientes que ajudam no fortalecimento da imunidade.

6- Beba água

O tempo frio pode reduzir a sede, mas, para manter a saúde em dia, é importante garantir a hidratação adequada mesmo durante o inverno. A ingestão de pelo menos dois litros diários de água ajuda a manter a secreção nasal mais fluida, auxiliando na prevenção de infecções comuns dessa época do ano.



30
jun/2017
Sophia e a Fonoaudiologia

Comentei na semana passada sobre o tratamento de fonoaudiologia que a Sophia está fazendo com a Dra. Sandra Scaion, ela melhorou muito a fala nos últimos meses e vim falar um pouco sobre todo o processo que ela esta passando.

A Sophia demorou muito para falar e quando disparou em falar, notamos que ela trocava muitas letras pelo T, por exemplo, quando tentava falar Sophia, saia Totia.

O Pediatra da Sophia sempre nos aconselhou a aguardar os 4 anos, quando finaliza mais o processo da fala e poderíamos ver se seria ou não necessário a entrada de uma fonoaudióloga, foi quando contratamos a Dra. Sandra.

Sobre a Fonoaudiologia

A Dra. Sandra Scaion é de São Bernardo do Campo/SP e é especialista em:

  • Distúrbio de linguagem oral e escrita
  • Dificuldade de aprendizagem
  • Avaliação e terapia do processamento auditivo
  • Disfonia (rouquidão)
  • Asfisia
  • Disastria
  • Disfalgia (dificuldade para deglutir líquidos e sólidos/ pacientes pós avc, PC, muito tempo intubado ou alguma patologia neurológica como Alzheimer, Parkinson, esclerose etc…)

A Dra. Sandra sempre nos falou sobre a importância dos exercícios com a Sophia e confesso que ficamos durante os primeiros meses sem fazer corretamente o exercício, a família precisa estar bem engajada nisso para termos sucesso e evolução no tratamento.

Foi nesse ano que começamos a pegar mais firme e colocamos nosso ajudante também na tarefa de ajudar nos exercícios que precisam ser feitos várias vezes ao dia.

A Dra. Sandra é excelente com crianças e a Sophia ama fazer os exercícios com ela e já estamos vendo muito resultado. Hoje compreendemos muito mais o que ela fala e está falando mais corretamente as sílabas, pensando antes de falar. Quando fala errado, corrigimos e ela fala a palavra novamente na forma correta.

No momento a Dra. Sandra está totalmente no atendimento Home Care, isto é, vai até a casa do paciente para realização da consulta + exercícios, acho o valor dela honesto e nos ajuda muito no dia a dia, principalmente no deslocamento.

Para as mamães que vão perguntar, atualmente (tabela: junho/17) a consulta home care está R$100,00 (no ABC) e R$150,00 (em São Paulo), ela emite recibo para reembolso de convênio médico.

No caso da Sophia é necessário apenas 1 consulta por semana e muitos exercícios diários com a mamãe e ajudante.

Estamos no caminho certo, quem nos acompanha no Stories, já está notando a melhora da Sophia em sua fala. É um processo mais longo, mas não podemos desistir para a criança não ficar “acostumada” com a forma errada de falar. Somos pais e temos que ajudar nossos filhos no que for necessário.

Para quem se interessar, segue o contato da Dra. Sandra Scaion

Celular/WhatsApp: (11) 97615-5243

Um grande beijo,
Kah

 



15
maio/2017
Campanha de Vacinação 2017: Gestante também precisa tomar vacina contra a gripe

Quem nunca encontrou uma amiga grávida que comentou que estava gripada? Durante a gestação, algumas alterações naturais no organismo podem favorecer a queda da imunidade da gestante. Com o corpo mais sensível, o cenário se torna favorável para a ocorrência de infecções é nesse momento, que o vírus da influenza pode achar lugar e as consequências podem ser graves, infelizmente.

Apesar da possiblidade de contrair o vírus da influenza com a mudança da estação, as gestantes podem ficar tranquilas já que está disponível até 26 de maio a vacina da gripe para as grávidas no Sistema Único de Saúde.  A vacinação contra influenza é realizada em dose única e tem validade por um ano.

Quando estava grávida da Soso, lembro que liguei para a minha obstetra e perguntei sobre a campanha de vacinação e ela falou que eu DEVIA tomar e claro que segui a recomendação dela.

O Ministério da Saúde e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) recomendam a vacinação contra a influenza para todas as gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) na campanha de vacinação 2017. A vacinação das gestantes é considerada prioritária pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pois beneficia a mãe e o bebê, particularmente, os menores de seis meses de idade, que não podem receber a vacina. É importante destacar que a vacina influenza é segura e não contem substâncias que possam causar danos para o bebê na barriga da mãe.

Público-alvo da campanha de vacinação 2017 contra a influenza

Nesta campanha de vacinação 2017, além de indivíduos com 60 anos ou mais de idade, serão vacinadas as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

O público alvo representará aproximadamente 54 milhões de pessoas. Para garantir a vacinação desta população, o Ministério da Saúde  adquiriu 60 milhões de doses da vacina influenza.

Todas as informações deste post foram retirada do Site do Ministério da Saúde.

Eu já tomei a vacina e a Sophia também, tomamos no final do mês de Abril e vocês? Já vacinaram seus pequenos? Também tomam a vacina? Eu tomei a Quadrivalente esse ano na empresa onde trabalho, aproveitamos e já vacinamos a família toda.

Beijinhos,
Kah