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23
fev/2017
Mamãe na Cozinha: Smoothie de Morango e Banana

Hoje é dia de receitinha prática e rápida para as crianças. Com esse calor que está fazendo, nada melhor do que um Smoothie bem geladinho para refrescar o nosso dia. Mas hoje não é qualquer receita não, hoje temos meu primeiro vídeo no Canal Vida de Mamãe Moderna, mostrando passo a passo a receita de Smoothie de Morango e Banana.

Smoothie é bem parecido com um Milk Shake, só que não usamos sorvete para dar o ponto, usamos as frutas congeladas que fica na mesma textura, é bom e super saudável.

Aqui em casa, essa receita é campeã, pois a Sophia adora e aproveitei que recebi o novo processador da Hamilton Beach para preparar a receita e gravar para vocês.

Ingredientes

  • Morangos (mais ou menos meia caixinha) congelados
  • 1 banana picada e congelada
  • 1/2 copo de leite
  • 2 pedras de gelo

Testei e super aprovei o processador de alimentos para bebês da Hamilton Beach. Além da função de triturar/bater alimentos, ele também faz cozimento a vapor, rala, fatia e prepara purês.

Ele acompanha um livro de receitas e um suporte acoplável com 10 recipientes para armazenar a papinha ou purê, enfim, um super processador completo para as mamães.

E aí, o que acharam do vídeo? Querem outros no canal? Deixem aqui seus comentários…

Não deixem de se inscrever no Canal Vida de Mamãe Moderna, pois teremos mais vídeos e vlogs em breve.

Beijinhos,
Kah

 

 



21
fev/2017
Febre Amarela – Tudo que precisamos saber a respeito!

Olá Mamães,

Tanto escutamos sobre a Febre Amarela, que ficamos preocupados com essa doença que está acometendo muitas pessoas em Minas Gerais e Espírito Santo, e que tem alarmado pessoas de todo o Brasil.

Portanto, a Sociedade Brasileira de Infectologia elaborou um material muito completo que venho compartilhar com vocês para conscientização a respeito desse grave problema de saúde pública.

1) O que é febre amarela?

A febre amarela pertence à classificação das arboviroses assim como a dengue, zika e o chikungunya, mas os sintomas são muito diferentes. É uma doença causada por um vírus (flavivírus) e transmitida por mosquitos chamados de Haemagogus e Sabethes (em região silvestre) e Aedes(em área urbana). Apesar das duas formas não há diferença de sinais e sintomas e o paciente pode ficar com o corpo todo amarelo. Até o momento não há relatos de transmissão de febre amarela direta entre pessoas.

O vírus ocorre em locais de clima tropical sendo mais comum na América do Sul e na África. É considerado um vírus perigoso, pois pode causar formas graves de doença e a maioria das pessoas não apresenta sintoma e evolui para a cura.

2) Quais são os fatores de risco?

Pessoas que nunca entraram em contato com o vírus da febre amarela ou nunca foram vacinados possuem risco de contrair a doença quando viajam para locais em que a doença exista.

O risco é maior para as pessoas com mais de 60 anos de idade e qualquer pessoa com imunodeficiência como pessoas vivendo com HIV/Aids, transplantados, pessoas com doenças reumatológicas que usam imunossupressores entre outros.

3) Quais os sintomas da febre amarela?

A maioria das pessoas que adquire o vírus da febre amarela não apresenta sintomas. Quando os sintomas aparecem, as pessoas têm febre baixa, dores musculares em todo o corpo, principalmente nas costas, dor de cabeça, dor nas articulações, náuseas e vômito e fraqueza.

Esses sintomas duram entre três e quatro dias e vão diminuindo até desaparecer, mas alguns pacientes podem ter sintomas mais graves cerca de 24 horas após a recuperação dos sintomas mais simples ou já ter o quadro clínico de forma rápida, podendo atingir vários órgãos do corpo, principalmente o fígado e os rins. Os sintomas dessa fase são febre alta, icterícia (amarelidão) pela inflamação no fígado, vômitos com sangue, urina escura, sangramentos de pele e olhos avermelhados. Em casos mais graves o paciente pode evoluir muito mal e morrer.

4) Existem tratamentos para a febre amarela?

A forma mais eficaz de evitar a febre amarela é por meio da imunização. A vacina é constituída de vírus vivo atenuado, isso quer dizer que ele foi enfraquecido para não causar doenças em pessoas saudáveis. O vírus age estimulando o organismo a produzir a própria proteção contra o vírus e o efeito aparece cerca de 10 dias após a injeção. Apresenta eficácia acima de 97,5% e a proteção persiste por mais de 40 anos.

5) Como podemos a prevenir a picada desse mosquito?

  • Usar camisas de mangas compridas e calças.
  • Ficar em lugares fechados com ar condicionado ou que tenham janelas e portas com tela, para evitar a entrada de mosquitos.
  • Dormir com mosquiteiros.
  • Usar repelentes registrados oficialmente contra insetos. Quando usados como orientados são seguros e eficazes, mesmo na gestação ou amamentação.
    • Sempre seguir as orientações das bulas.
    • Evitar uso de produtos com associação de repelente e protetor solar na mesma formulação.
    • Se for usar protetor solar, aplicá-los antes do repelente.
  • Para crianças:
  • Não usar repelente em crianças com menos de 2 meses de idade.
  • Vestir as crianças com roupas que cubram braços e pernas.
  • Cobrir berços e carrinhos com mosqueteiro.
  • Não aplicar repelente nas mãos das crianças.
  • Não usar produtos com permetrina diretamente na pele.
  • Podem-se utilizar roupas impregnadas com permetrina.

6) Quem deve tomar a vacina contra a febre amarela?

A vacina está indicada a partir dos 9 meses de idade. Porém, em condições de surto, poderá ser antecipada para os 6 meses de idade. A aplicação é por via subcutânea. No Brasil, são recomendadas duas doses:

  • Crianças: a primeira dose aos 9 meses e 1 dose de reforço aos 4 anos;
  • Crianças maiores de 5 anos de idade não vacinados, ou adultos não vacinados: deve ser aplicada 1 dose, com um reforço em 10 anos.
  • Maiores de 5 anos com 1 dose realizada antes dos 5 anos de idade: 1 dose de reforço.

7) Quem não pode tomar a vacina?

Nem todas as pessoas podem ou devem fazer a vacina, necessitando sempre indicação médica. Algumas situações clínicas aumentam o risco de complicações com a vacina, e contraindicam a aplicação, como as citadas abaixo:

  • Pessoas com alergia a algum componente da vacina e alergia a ovos e derivados;
  • Imunodeficiências (doenças que levam a alterações no sistema de defesa) congênitas (nascidas com a pessoa) ou adquiridas, incluindo as terapias que levam a alterações do sistema de defesa, como quimioterapia e doses elevadas de corticosteroides;
  • Histórico de doença do timo (órgão linfático), incluindo a miastenia grave, timoma (câncer no timo) ou remoção do timo anteriormente;
  • Indivíduos sintomáticos infectados pelo HIV que estejam doentes ou apresentam defesas baixas (CD4 abaixo de 200 células/mm3);
  • Crianças menores de 6 meses de idade, devido ao risco de encefalite.

8) Devemos fazer uma avaliação antes de tomar a vacina?

Há situações especiais na qual a indicação da vacinação deverá ser avaliada pelo seu médico que irá expor qual o risco e o benefício de receber ou não a vacina. Alguns exemplos que seu médico deve avaliar:

  • Crianças entre seis e oito meses;
  • Pessoas com idade acima de 60 anos;
  • Gestantes;
  • Mulheres amamentando crianças menores de seis meses.

9) Que reações podem ocorrer após a vacina?

As reações que podem acontecer após a vacinação são raras, mas quando ocorrem, necessitam ser avaliadas pelo médico:

  • Reação muito comum (ocorre em 4% dos pacientes): dor de cabeça, reações no local de aplicação como dor, vermelhidão, hematomas, inchaços, que podem ocorrer em até 2 dias depois da vacina;
  • Reação comum (ocorre em 4% dos pacientes): náusea, diarreia, vômito, dor muscular, febre e cansaço, que podem ocorrer após o terceiro dia da vacina;
  • Reação incomum (menos de 0,1% dos pacientes): problemas neurológicos, como infecção no sistema nervoso, que ocorrem de 7 a 21 dias depois da aplicação da vacina;
  • Reação raríssima (poucos casos descritos no mundo): dor abdominal e dor nas articulações, icterícia (amarelão), falta de ar, urina escura, hemorragias, perda da função do rim, que pode ocorrer em até 10 dias após a aplicação da primeira dose de vacina.

10) Temos outros medicamentos para combater a febre amarela?

Não existem medicamentos específicos contra o vírus da febre amarela e não devem ser utilizados antiinflamatórios e ácido acetilsalicílico (AAS).

Pacientes graves devem ser tratados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para hidratação endovenosa e reposição do sangue perdido nas hemorragias. Pode ser necessário diálise quando houver insuficiência renal.

Como comentei, o material acima foi desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Infectologia, em caso de dúvidas, podemos entrar em contato pelo e-mail [email protected], ou pela página no Facebook (facebook.com/SociedadeBrasileiradeInfectologia) ou procure o seu médico infectologista.

Beijos,
Kah



8
fev/2017
Mamãe na Cozinha: Como preparar Tempero Caseiro

Olá Mamães,

Nesse final de semana fui pra cozinha preparar minha receitinha de tempero caseiro. Sabe aquele temperinho que fica na geladeira pra ajudar na correria do dia a dia e que tempera tudo, eu disse TUDOOO.

Uso pra refogar arroz, legumes, tempera carne, frango, coloco um pouquinho no omelete, pois fica mara…  É aquele legítimo quebra galho para mãe que vive na correria.

Não coloco azeite no tempero, pois prefiro ele ao natural, acho mais prático e dura muito mais na geladeira. Vamos aos ingredientes e receita?

Receita / Ingredientes

  • 5 cebolas (média para grande)
  • 2 cabeças de alho
  • 1/3 maço de salsinha

Sendo bem sincera, não gosto do tempero muito verde, então coloco pouca salsinha.

Modo de Preparo

Eu faço tudo no meu liquidificador, pois não tenho um processador, mas acho que se tivesse seria muito mais fácil de bater tudo.

1. Corte as cebolas em pedaços, eu corto em torno de 8 pedaços (4 pedaços e depois corto ao meio cada um), pois caso contrário não bate no liquidificador (pelo menos no meu não, rss).

2. Descasque o alho e pode colocar ele inteiro no liquidificador também junto com a cebola.

3. Bata tudo até virar uma pasta.

4. Adicione a salsinha, bata mais um pouco e pronto.

Modo de Armazenar

Eu armazeno meu temperinho em potes herméticos na geladeira, assim mantenho o tempero bem fechado, não gosto de congelar, mas vocês podem fazer isso.

O Pote Hermético serve para que você guarde mantimentos com a segurança de manter as propriedades e sabor dos alimentos por mais tempo

Tempero Caseiro pronto e armazenado

E aí, gostaram? Rende muitas porções e você pode armazenar por até 3 meses na geladeira.

Beijinhos,
Kah



30
jan/2017
12 dicas para se ter uma boa adaptação escolar

Chegou ao fim as férias escolares, dando início a mais um ano letivo. Sabemos que a adaptação escolar não é tão fácil nos primeiros dias e a ajuda das mamães e família é essencial nesse período.

Os primeiros dias de aula estão, certamente, entre os mais importantes de todo o ano letivo.

É durante a adaptação escolar que os alunos conhecem os novos professores, colegas e começam a se adaptar à nova série e, muito deles, também à nova escola.

O início

É comum neste início, no momento de entrada e separação dos pais, que a criança se expresse por meio de um chorinho.

O choro, porém não significa que ela não queria ficar na escola. Dorzinha de barriga e manhas são esperadas.

Para que esse momento de adaptação aconteça de forma tranquila, é importante a parceria entre a escola e família.

Para ajudá-las nessa fase, segue abaixo 12 dicas para se ter uma boa adaptação escolar.

Dicas para Adaptação Escolar

1. A vinda da criança deve ser preparada, entretanto sem longas explicações.

2. Ajude-o(a) a escolher a mochila, uniforme e outros.

3. Organize em casa um espaço para guardar pertences da escola.

4. Converse sobre a escola de maneira tranquila, sem demonstrar ansiedade.

5. Diga sempre palavras que demonstrem segurança e alegria por estar na escola.

6. É importante explicar o que está acontecendo: que vai para a escola, que terá professores, amiguinhos, atividades e espaços novos.

7. Procure colocá-lo no chão incentivando-o a vir para escola; ou, entregue-o no colo da educadora com firmeza e segurança

8. No momento de separação, diga que virá buscá-lo(a) ao final do dia.

9. Procure retirar-se do campo de visão do seu filho e das demais crianças, pois essas poderão também querer ver suas mamães.

10. Ao vir buscá-lo, procure ouvir mais do que fazer perguntas. Sentir confiança na escola é imprescindível.

11. Durante esse período, procure não alterar a rotina da casa e da criança, como por exemplo, mudança de quarto, tirar a fralda ou a chupeta.

12. Utilize a agenda como aliada nesse período e sempre sinalize para a escola mudanças significativas, como por exemplo, troca de residência, perda de animalzinho de estimação, etc.

Durante a Adaptação Escolar

A criança poderá entrar bem e não chorar, mas depois de alguns dias poderá não querer entrar na escola, pois a curiosidade inicial foi saciada e começa a sentir de maneira mais intensa a separação dos pais.

Após finais de semana e feriados são esperadas algumas “recaídas”, o que é normal, Aqui em casa sempre rola um chorinho pós feriado.

As crianças crescem, amadurecem e precisam de novas experiências com outros da mesma idade.

Essa experiência, não traumatiza. Todos superam e certamente no futuro não se lembram desses primeiros dias na escola.

É isso mamães, espero ter contribuído para ajudá-las durante esse processo. Me contem se deu tudo certo por aí.

Um grande beijo,
Kah