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28
set/2016
AdeS ChocoMax: a minha opinião


Já contei por aqui sobre o novo sabor Ades ChocoMax e o quanto ele me ajudou nos passeios durante as férias de julho. Porém algumas mamães perguntaram sobre a quantidade de açúcar do produto e achei legal escrever novamente sobre o Ades ChocoMax.

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O AdeS Chocomax tem 55% menos açúcares e 30% menos calorias – comparado à média de mercado de bebidas achocolatadas! Em relação à quantidade de micronutrientes, possui 8 vitaminas, além do cálcio e do zinco, nutrientes importantes para o crescimento e o desenvolvimento adequados das crianças.

Acho importante falar sobre o açúcar, pois, ter uma alimentação equilibrada é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos. Então, vale sempre olhar a informação dos rótulos dos produtos, para compararmos e fazermos escolhas informadas sobre o que compramos.

O corpo precisa de vários nutrientes, como o cálcio, por exemplo, que é um mineral que deve ser ofertado em quantidades satisfatórias na fase escolar devido a seu papel para a formação de adequada massa óssea e prevenção da osteoporose na vida adulta. Então acho superbacana quando um produto contempla isso, como no caso do ChocoMax, que contém 250mg de cálcio/porção, tendo, então, 79% mais cálcio que a média de mercado de achocolatados. Em relação à quantidade de proteína, o mesmo acontece: AdeS Chocomax apresenta teores superiores aos dos concorrentes: 65% mais proteínas que essa média de mercado.

O novo sabor de AdeS também se diferencia dos concorrentes por possuir 12% do valor diário recomendado de fibras (para uma dieta de 2000 calorias), o que representa 8 vezes mais fibras do que a média de mercado de achocolatados.

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Mas, Kah, você está falando para eu trocar um suco natural por um achocolatado? Não, mamães, não é isso. Cada alimento tem um papel dentro da nutrição da criança e AdeS ChocoMax é uma opção prática e nutritiva para ajudar a diversificar o cardápio.

Além do que comentei, AdeS Chocomax é naturalmente isento de colesterol e de lactose, por ser um alimento com soja, podendo, assim, ser também consumido por indivíduos com intolerância a esta substância ou alergia à proteína do leite de vaca.

Enfim, podemos utilizar essa opção em várias atividades do nosso dia a dia, quebrando o maior galho, como:

  • viagens
  • parques
  • lancheira escolar

Diversificar é a alma do negócio.

Espero que tenham gostado das informações.

Beijos,
Kah

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9
jun/2016
Alimentação infantil e o que NÃO devemos dizer (nem à mãe e nem às crianças!)

Olá, mamãe, tudo bom?

Antes de eu falar sobre o tema de hoje, queria saber de você: o que você tem achado dos textos? Eles têm sido úteis na sua vida? Têm ajudado na criação do (a) pequeno (a)? Há algum tema que você queria que eu abordasse nas próximas semanas? Sua opinião é muito importante para mim! Não deixe de enviar suas sugestões para meu email: [email protected] 😉

Bom, vamos ao que interessa, né? rs

Por acaso você já falou que não era para oferecer determinado alimento à criança e quem ia oferecer fez cara feia e/ou falou algo do tipo: “poxa, mas ele vai ficar com vontade! ”, “coitadinho, deixa esse (a) menino (a) comer, só um pouco não irá fazer mal! ” ou qualquer frase semelhante?

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Pois bem, eu ainda não tenho filhos, mas converso com várias mães que relatam passar por essa situação frequentemente. E sabe quais perguntas faço na hora? De quem é a responsabilidade de criação da criança? Você está certa sobre suas decisões? E até que ponto a opinião dos ‘outros’ influencia e interfere em suas decisões? Sei que pode parecer meio sem educação da minha parte (se bem que ainda acho mais sem educação da parte de quem fala isso sem saber!), mas o que gostaria que você entendesse e percebesse é que a criança é uma espécie de ‘esponja’, que absorve tudo o que vê e ouve próximo dela, sem saber se está certo ou não e que, durante os 5 primeiros anos ela está formando seus hábitos alimentares que serão levados por toda a vida (claro que novos hábitos e costumes são adquiridos com o tempo, mas quando se tem uma correta formação, mais fácil e prazerosa serão as demais etapas da vida!).

E é sobre essas frases sem fundamentos e cheias de achismos que vim falar hoje com você… Abaixo listei algumas delas e falo o porquê não devemos utilizá-las:

  • ‘Sempre comi e estou vivo até hoje! ‘ (Ou ‘Você comia quando criança e está viva! ’)

Deixa eu ver se entendi, a intenção era matar? Acredito que ninguém cria seus filhos pensando nas piores consequências para ele, não é verdade? Não estou dizendo, por exemplo, que um bombom causará obesidade ou diabetes, mas o que quero dizer é que os tempos são outros, há novos estudos e conhecimentos e sabemos que uma criança não tem a menor necessidade de comer esse bombom (ou qualquer outro alimento doce ou cheio de gordura, açúcar e conservante) nessa fase da vida, afinal, para tudo há seu momento certo!

  • “Coitadinho (a), ele (a) vai aguar! “

Me diz uma coisa muito importante: sem você nunca ter experimentado algo, é possível você falar que gosta ou não? Ou saber o sabor daquilo? Então como a criança vai sentir vontade de algo que ela não sabe o que é e nunca comeu? Crianças olham tudo: as cores, o formato…mas isso não quer dizer que ela queira, afinal, muito provável que seja algo novo que apenas chamou sua atenção!

Se você ou a outra pessoa realmente quiser oferecer, porque não adaptar a preparação e não usar açúcar e gordura, por exemplo, ao invés de oferecer um picolé de chocolate, porque não fazer um picolé de frutas picadas com água de coco? Muito mais refrescante, bonito, saboroso, saudável e divertido ao pequeno.

  • “Só um pouquinho não vai fazer mal! “

Qual o sentido do ‘fazer mal’? Ter uma dor de barriga? Uma indisposição? Ou fazer mal à longo prazo? Devemos sempre levar em consideração que existe alimentos certos para cada idade e que a criança está formando seus hábitos alimentares, ou seja, não devemos pensar apenas no momento atual (o ‘fazer mal agora’), mas sim em todas as consequências ao longo dos anos, afinal, é sempre preferível trabalhar com a prevenção no presente a ter que se preocupar com o tratamento no futuro!

  • “Deixa aproveitar a infância! “

Sim, óbvio que tem que aproveitar a infância: brincando, se divertindo, aprendendo, conhecendo, experimentando, ganhando muito afeto e carinho e não relacionar a infância com momentos de guloseimas, afinal, quando ele (a) se tornar independente, caberá a ele (a) decidir o que, quando, quanto e como comer…incluindo as guloseimas! De novo: tudo tem seu momento!

  •  “Isso é comida de criança! “

O que é para você ‘comida de criança’? Acredita que alimentos ricos em gordura, açúcar, sódio conservante e corante seja realmente ‘comida de criança’? Acha mesmo que no 1º aniversário da criança ela deva se lambuzar de chantilly e glacê (o ensaio fotográfico do ‘smash the cake’)? Acha que no dia da pizza ou do churrasco a criança tem que comer a pizza com bacon e queijo extra ou comer linguiça a tarde toda?

‘Comida de criança’ é a comida caseira, aquela simples, prática e saborosa, onde todos comem com prazer e satisfação, ou seja, comida de criança é comida de adulto. Por que não trocar o ensaio do bolo pelo ensaio com as frutas (‘smash the fruit’ – que permite que os bebês toquem, conheçam, experimentem e se lambuzem com os novos sabores de frutas)? Por que não adaptar a comida ao momento e pedir uma pizza com menos queijo e adição de vegetais e legumes (brócolis, escarola, ou rúcula, por exemplo)? Ou então oferecer o frango em outro corte, para a criança comer com a mão?…isso sim é comida de criança!

post o que nao dizer

Poderia listar muitas outras frases, mas o que eu mais gostaria de te dizer é que você não precisa ter pressa para oferecer alimentos desnecessários ao (à) pequeno (a), afinal, se ele (a) ainda não experimentou quiabo, abobrinha, vagem, caqui, fruta do conde…qual a necessidade de ele (a) experimentar balas, bolos recheados, bolachas recheadas, chicletes, macarrão instantâneo, lasanha congelada…? Pense nisso! 😉

Ah, se você já passou ou presenciou alguma situação parecida, conte para nós qual foi sua reação…gostaríamos de saber o que acontece em diferentes cantos do Brasil (e por que não de fora do Brasil também?)! 😉

Grande abraço!

Até a semana que vem!
Dani Andrade

coluna meu nutri kids



31
maio/2016
Mamãe na Cozinha: Pão de Cebola Integral

Hoje é dia de receita aqui no Blog. E receita das boas, pois além de ser super saborosa, é também saudável. E nesse episódio do mamãe na cozinha de hoje, a receita é de Pão de Cebola Integral.

Essa receita é da minha querida amiga e também musa fitness Karine Alves (sim, é quase minha xará em nome e sobrenome, porque sou Karina Alves) ela é do instagram @mamaesaudefit Quando vi os bolinhos dela, pensei na hora, tenho que fazer também e nesse feriado fui com a cara e a coragem pra cozinha, porque não sou acostumada a fazer pão, sovar a massa, mas no final até que deu certo.

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Pão de Cebola Integral

Vou colocar aqui em baixo a receita e o passo a passo ok. Vamos lá?

Ingredientes

  •  1 ovo inteiro + 1 clara (guarde a outra gema para pincelar os pãezinhos)
  • 1 cebola grande picada
  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 1 colher de sopa de Creme de Cebola
  • 2 colheres de sopa de leite desnatado
  • 1/2 colher de sopa de sal
  • 1 envelope de fermento em pó biológico (10g)
  • 1 xícara de farinha de trigo integral (peneirada)
  • 1 xícara de farelo de aveia (peneirada)

Recheio ( Se achar necessário)

  • queijos, frango desfiado, peito de peru, etc..

Modo de Preparo

1 – Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto o fermento e as farinhas;

2 – Despeje em um recipiente, o líquido e adicione primeiramente o farelo de aveia e mexa;

3 – Agora, adicione o fermento e vá despejando aos poucos a farinha integral, eu precisei usar quase 2 xícaras até dar o ponto

Ponto da Massa: A massa precisa desgrudar da mão (como um pão mesmo), quando ela estiver quase no ponto, tire do recipiente e coloque na pia ou em algum lugar grande, com farinha para você sovar a massa.

4 – Sove bem a massa e deixe descansar por 30 minutos em um local fresco e coberto por um pano de prato.

5- Após o descanso, abra a massa na mão e adicione o recheio. Eu fiz sem receito, então preparei as bolinhas e passei por fim a gema do ovo que sobrou.

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6 – Para assar, primeiramente em untei a forma com manteiga e farinha integral mesmo e coloquei as bolinhas.

7 – Deixei durante 15 minutos mais ou menos no forno à 180 graus. Ahhh eu pré aqueci o forno 10 minutos antes.

O sabor? Sensacional, eu amooo pão bem temperadinho e esse ficou maravilhoso. Assim que saiu quentinho do forno, passei uma manteiga e ficou dos deuses, rssss.

Gostaram da receita? Eu adorei e já quero improvisar com outros ingredientes. super prática e saudável.

Beijinhos,
Kah



12
maio/2016
Meu Nutri Kids: 9 Dicas de como estimular a criança a ter uma alimentação mais saudável.

Olá, mamãe;

Aqui é a Dani Andrade do Meu Nutri. Tudo bom contigo? E o(a) pequeno(a), como está?

Dias atrás, fui convidada para responder uma entrevista sobre obesidade infantil e uma das perguntas era exatamente o título desse texto: Como convencer e estimular a criança a ter uma alimentação mais saudável?

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Confesso que pensei bastante, já que a obesidade é causada por diversos fatores e não há apenas uma forma de estimular a criança a comer melhor…e aí decidi compartilhar com você sobre esses estímulos (que são úteis para todos as crianças, independentemente do seu estado nutricional – baixo peso, peso adequado ou excesso de peso, ou idade).

Sempre digo que a criança é um ‘livro em branco onde escrevemos uma nova página por dia’, ou seja, a criança não sabe que o maracujá é azedo e precisa de açúcar para comer, ela não conhece a batata frita, o chocolate ou o refrigerante antes de alguém dar. Então, a primeira coisa que sempre digo é: pelo menos até os 2 anos (preferencialmente até os 5 anos), não dê e peça para os familiares, amigos e/ou cuidadores também não darem estes alimentos a ele/ela. Tenha certeza apenas de uma coisa: a criança não vai ‘aguar’ ou ficar com vontade de algo que ela nunca viu ou experimentou!

Mas se a criança já experimentou e tem o costume de consumir, a dica é: não deixe à mostra/na visão da criança, isto é, crianças não costumam procurar alimentos nos armários e na geladeira, elas escolhem o que veem primeiro (pensando sempre na altura de seus olhos), logo, é nessa altura que você deve deixar as frutas, legumes, verduras (já higienizadas e cortadas, se forem o caso), para que quando forem procurar algo para comer, elas sejam estimuladas com os alimentos saudáveis.

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Abaixo, listarei 9 dicas que você e sua família podem incorporar à rotina do pequeno para que ele venha a ter uma alimentação mais variada e saudável:

Dica 1: Explique que exceção não é regra (o que não quer dizer que irá acontecer 1 ou 2 vezes na semana), ou seja, haverá dia que o jantar poderá ser uma pizza e a sobremesa será sorvete, mas que isso não acontecerá frequentemente e, em ambos os dias, a criança e toda a família terá prazer e satisfação em comer;

Dica 2: Dê o exemplo: a criança copia a ação dos adultos, logo, de nada adianta você querer que o pequeno coma uma fruta de sobremesa, se você está comendo um bolo de chocolate com cobertura. O que vale para uma pessoa, deve valer para o outro também, independentemente da idade delas;

Dica 3: Tenha momentos agradáveis antes e durante a refeição: peça ajuda da criança durante a preparação, por mais simples que seja, as crianças gostam de ajudar e tendem a pelo menos experimentar novos alimentos ou preparações quando são elas ‘quem fizeram’;

Dica 4: Atenção às outras atividades durante a refeição: devemos ter atenção plena no momento de comer, logo, televisão, celular e qualquer outro meio de distração não deve estar presente durante a refeição. Essa atitude faz com que você e a criança observem mais os alimentos, sintam melhor o sabor e textura e aprendem a respeitar mais os sinais de saciedade, sem comer além do necessário;

Dica 5: Tenha atitudes positivas sobre a comida: não faça terrorismo durante a refeição, por mais difícil que pareça, não ameace ou brigue com a criança caso ela não coma, isto fará com que ela tenha trauma da refeição e aceite cada vez menos experimentar novos alimentos ou formas de preparo;

Dica 6: Leve a criança à feira ou ao mercado e mostre os alimentos a ela. Se possível, a deixe experimentar e diga para ela escolher 2 alimentos que vocês prepararão e comerão durante a semana;

Dica 7: Invista em diferentes formas de preparo: a criança deve experimentar ao menos 10 vezes cada alimento (em diferentes dias) para podermos dizer que ela não gosta de determinado item. Use a criatividade para apresentar (sem mascarar) o alimento. Por exemplo a cenoura: ralada na salada, ralada no arroz, cozida para salada, cozida acompanhando uma carne, em purê, em bastonetes, no bolo, no bolinho de legumes, refogada, no suco (para crianças maiores de 1 ano), etc. Introduza os alimentos com calma e sem pressão/alarde;

Dica 8: Não use o doce como chantagem: frase do tipo ‘se você comer toda a salada, vai ganhar um doce!’ nunca deve ser utilizada, porque a criança vai entender que a salada é algo tão ruim, que quando ela consegue comer, merece até uma recompensa, sendo que queremos que ela pense exatamente o contrário;

Dica 9: Foque sempre no que a criança deve e vai comer e não no que não comer: com isso ela percebe a enorme variedade de opções gostosas, saborosas e saudáveis que ela pode consumir.

E na sua casa, você já usou alguma dessas dicas? Quais foram os resultados? Tem alguma experiência positiva ou não tão bacana assim para nos contar?

Compartilhe conosco sua história…seu relato pode ajudar outra mãe que esteja passando pelo mesmo momento ou até mesmo a mim, para eu saber o que acontece além do consultório! 😉

Bom, vou ficando por aqui, mas antes não posso deixar de pedir para você comentar e compartilhar com seus amigos nossos textos! Posso contar com sua ajuda? 😉

Grande abraço!
Até a semana que vem!
Dani Andrade

coluna meu nutri kids